Quem sabe um dia não encontro Alice aqui em meu país, correndo louca e pequena, e grande, e pequena, e grande... e louca.
Aquilo tudo era só um cadinho de pouca coisa coracionada. É, de coração mesmo. E imagine o coração dela, cabia um mundo e mais o coelho, o gato com aquele sorriso lunar, a sua crítica, a minha opinião, um chazinho leve e o tempo efêmero.
Realmente, a menina vinda das maravilhas encontrava sentido na vida com o real no imaginário. Xi, será que isto aqui é imaginário?
Esqueci-me de que estes estranhos fazem das fadas as minhas bruxas do próximo dia 31.


